domingo, 26 de março de 2023

CONTO SOBRE VIAGEM NO TEMPO COM AUXÍLIO DA IA 4

 

Era uma vez um jovem cientista chamado Tom. Ele estava sempre fascinado pela ideia de viajar no tempo, e passou a maior parte da sua vida tentando construir uma máquina do tempo. Finalmente, ele conseguiu, e decidiu testar a máquina viajando para o passado.

Tom programou a máquina para levá-lo de volta à Idade Média, onde ele poderia ver como as pessoas viviam naquela época. Ele entrou na máquina e pressionou o botão de partida. De repente, ele se encontrou em pleno século XV, numa pequena aldeia medieval.

Ele ficou maravilhado com tudo o que viu: as ruas de terra, as casas de madeira, as pessoas vestidas com roupas antigas. Ele decidiu explorar mais a fundo e se misturou com a multidão, fingindo ser um viajante.

Tom logo descobriu que as pessoas da Idade Média viviam em condições muito difíceis. Eles tinham pouca comida, e a maioria passava fome. A saúde era precária, e as doenças eram comuns. Ele também viu a opressão dos senhores feudais sobre os camponeses, e a injustiça e a violência que imperavam na sociedade.

Tom ficou chocado com o que viu e sentiu-se grato por viver em sua época, onde as condições de vida eram muito melhores. Ele decidiu que era hora de voltar para casa. Ele entrou na máquina do tempo e pressionou o botão de retorno. De repente, ele se encontrou de volta em sua época, na sua própria casa.

Ele contou sua experiência aos amigos e colegas, e todos ficaram fascinados com sua aventura no tempo. Tom decidiu guardar a máquina do tempo, pois sabia que viajar no tempo poderia ser perigoso e trazer consequências imprevisíveis. Mas ele nunca esqueceu sua viagem para o passado, e sempre se lembrou de como era importante valorizar o presente e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária.

 

CONTO SOBRE VIAGEM NO TEMPO, DUAS ÉPOCAS COM AJUDA DA IA 3

 

Era uma vez, no século 12, em uma pequena aldeia na Inglaterra, uma jovem chamada Eleanor. Ela vivia com sua família e sempre sonhava em conhecer o mundo além de sua pequena vila. Eleanor gostava de passear pelos campos e matas, e em uma dessas caminhadas, ela se deparou com um estranho objeto brilhante, escondido entre as árvores. Era uma espécie de amuleto que parecia ter um poder misterioso.

Curiosa, Eleanor guardou o amuleto consigo e, de repente, sentiu uma estranha vertigem. Quando abriu os olhos, ela estava em uma cidade moderna, no século 21.

Desorientada e confusa, Eleanor logo conheceu um jovem chamado Lucas, que a ajudou a se adaptar a essa nova realidade. Lucas ficou intrigado com a história de Eleanor e acreditou que o amuleto que ela trazia consigo era um artefato muito antigo e valioso. Juntos, eles decidiram investigar mais a fundo a origem do amuleto.

Através de suas pesquisas, eles descobriram que o amuleto era, na verdade, uma joia rara pertencente a uma família nobre do século 12. Eleanor ficou emocionada em descobrir que o objeto estava ligado à sua própria linhagem e decidiu voltar ao passado para descobrir mais sobre sua história.

Ao retornar ao século 12, Eleanor conheceu um jovem cavaleiro chamado William, por quem ela se apaixonou profundamente. Juntos, eles embarcaram em uma aventura para recuperar o amuleto, que havia sido roubado da família de Eleanor.

Durante a busca, eles enfrentaram vários perigos, incluindo ataques de bandidos e desafios físicos, mas sempre conseguiram superá-los com coragem e astúcia. Ao longo do caminho, eles se tornaram cada vez mais próximos e se apaixonaram perdidamente.

Finalmente, depois de muitas dificuldades, eles conseguiram recuperar o amuleto e garantir o seu lugar na história de suas respectivas épocas. Eleanor percebeu que, apesar das diferenças de tempo, ela havia encontrado um verdadeiro amor em William e Lucas, que a ajudou em sua jornada.

 

CONTO SOBRE VIAGEM NO TEMPO COM AJUDA DA IA 2

No ano de 1789, durante a Revolução Francesa, uma jovem chamada Isabelle de La Roche era apaixonada pela natureza e pelas artes ocultas. Ela era uma das poucas mulheres que praticava bruxaria e espiritismo em segredo, e sua curiosidade a levou a experimentar um antigo ritual de viagem no tempo.

Ao realizar o ritual, Isabelle se viu transportada para o século 21, no meio de uma grande cidade. Ela estava confusa e desorientada, mas rapidamente conheceu um jovem chamado Thomas, que a ajudou a se adaptar ao novo mundo em que ela se encontrava.

Thomas era um estudante de história e ficou fascinado pela história de Isabelle, que parecia ter saído diretamente de um livro antigo. Juntos, eles decidiram explorar as diferenças culturais e tecnológicas entre as duas épocas.

Enquanto isso, no passado, a família de Isabelle havia se tornado suspeita aos olhos do governo francês, pois suas crenças e práticas ocultas eram vistas como uma ameaça à sociedade. Ela precisou lutar para manter sua liberdade e proteger seus entes queridos da perseguição.

Ao mesmo tempo, no presente, Isabelle se apaixonou por Thomas e eles descobriram que suas vidas estavam profundamente entrelaçadas. Eles embarcaram em uma jornada perigosa para proteger o segredo da viagem no tempo, que poderia mudar a história para sempre.

Enquanto isso, Isabelle continuava lutando por sua liberdade no passado, liderando um grupo de bruxas que se rebelou contra as autoridades. Sua luta a colocou em uma situação ainda mais perigosa, e ela precisou recorrer a seus poderes ocultos para se proteger.

Por fim, com a ajuda de Thomas, Isabelle conseguiu retornar ao seu tempo e ajudar a garantir a segurança de sua família. Ela percebeu que, apesar de todas as diferenças entre as duas épocas, a luta pela liberdade e pelo amor verdadeiro era algo que nunca mudava.

No presente, Isabelle e Thomas continuaram a explorar as artes ocultas e o espiritismo juntos, e descobriram que, mesmo em um mundo moderno, essas práticas antigas ainda eram tão fascinantes quanto sempre foram.

  

CONTO DE VIAGEM NO TEMPO COM AJUDA DA IA

 

Era o ano de 1220 na Inglaterra, e Lady Elizabeth era conhecida por sua beleza e habilidades em cura e magia. Ela era a herdeira do Castelo de Dunshire e amada por seus súditos, mas sua vida mudou drasticamente quando um grupo de monges chegou à sua cidade e a acusou de bruxaria.

Sem ter para onde ir, Lady Elizabeth decidiu tentar um antigo ritual de viagem no tempo para escapar de sua perseguição. Ao executá-lo, ela se encontrou no meio de uma cidade moderna do século 21, completamente desorientada e desesperada para entender o que havia acontecido.

Logo, ela conheceu Alex, um jovem estudante de história, que se ofereceu para ajudá-la a entender a nova época em que estava. Juntos, eles descobriram que a bruxaria e a magia eram vistas de maneira muito diferente na época moderna, e que Lady Elizabeth precisaria se adaptar rapidamente se quisesse sobreviver.

Enquanto isso, no passado, Lady Elizabeth enfrentava um julgamento injusto, com a ameaça de ser condenada à morte por suas crenças. Ela precisava lutar pela sua liberdade e tentar provar sua inocência, mas as coisas só pareciam piorar à medida que mais acusações eram feitas contra ela.

Enquanto Alex e Lady Elizabeth exploravam as diferenças entre as duas épocas, eles também descobriram que suas vidas estavam profundamente entrelaçadas. Lady Elizabeth se apaixonou por Alex e eles descobriram que havia uma conexão mágica entre eles que transcendia o tempo e a distância.

Enquanto isso, no passado, Lady Elizabeth finalmente encontrou uma forma de provar sua inocência, mas a luta havia mudado ela para sempre. Ela percebeu que sua vida como a conhecia antes havia acabado, e que ela precisaria se adaptar a um novo mundo de possibilidades e oportunidades.

Finalmente, Lady Elizabeth conseguiu voltar para o passado, mas não sem antes deixar uma marca no coração de Alex. Ele descobriu que, mesmo em um mundo moderno, a magia e o espiritismo ainda eram muito presentes e poderosos. Juntos, eles descobriram que o amor verdadeiro podia superar o tempo e as diferenças, e que o destino tinha muitas surpresas reservadas para eles.

Parte superior do formulário

 

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Meu livro. O Tempo e o Caos que Somos (parte 1)

Introdução

Este é um ensaio de filosofia. Não é um ensaio dentro
dos rigores acadêmicos, tampouco tem a pretensão de
refutar argumentos, de confrontar opositores, ou de
criticar alguma corrente filosófica. Mas tem-se a intenção
de fazer agenciamentos, expandir potências, encontrar o
Caos, rizomatizar os campos, desterritorializar os espaços,
enfim, fazer da aventura do pensamento uma singularidade
monadológica, promover acontecimentos incorporais,
sempre tendo em vista o paradoxo do ser, mas além de
tudo, produzir tempo, ou melhor, produzir sínteses pura
do tempo. Sim, o tempo é aqui o verdadeiro problema
frente aos falsos problemas que cercam o pensar. Esses
falsos problemas são de ordem da representação, da
ordem do Bem, da ordem da razão, da consciência, da
“bela alma”, da identidade, da transcendência.
O espaço deste ensaio é o da repetição. Calma, caros
companheiros leitores, que iremos simplificar ao máximo a
explicação de todos esses termos assombrosos que possam
soar desconexos por aqui. A repetição de instantes que se
fazem e se desfazem, eis a face do caos, que em filosofia
vai aparecer ora como simulacros de profundidade, ora
como diferença pura de superfície. Você, espertíssimo
leitor, deve estar se questionando inflamavelmente que
cargas d’água é isso que estamos dizendo? Respondo:
estamos flertando com o pensamento do filósofo Gilles
Deleuze. Isso, vamos ter sim que dar uma pequena chave
do castelo deleuzeano como arte introdutória para que possamos, você e eu, falarmos a mesma língua. Mas enfim,
esse simulacro de profundidade que mais se parece com
a queda dos anjos, com as profundezas dos oceanos, com
o meio espacial do Demiurgo do Timeu Platônico, que
flerta com a queda na toca do coelho da personagem Alice
de Lewis Carroll, é aqui o nosso ponto de partida. Aqui é
o local dos desejos, dos afetos, dos infinitos, dos instantes
que Nietzsche irá promover em seu eterno Retorno. Se
nos remetermos para uma antropologia forte, chegaremos
a essa reflexão: todo homem primitivo tem sede, logo vai
em busca da água para saciar sua sede. A sede significa
o desejo; a água significa o meio e a socialização para se
chegar a um fim; portanto, o “saciar da sede” é o fim
exterior e metafísico para onde se vai todo o desejo. O
homem primitivo tem múltiplos desejos e meios simples
e direto para se chegar a satisfação. O problema é que
esse primitivo vai ser obrigado a socializar-se à medida
que a sociedade (o beber da água) vai se modernizando e
tornando esse meio tecnicista demais. Inverte-se a posição
do múltiplo.
O homem moderno, agora, tem desejos forçosamente
simplificados e meios em demasia, cujos fins (matar a
sede) não mais serão absolutos e não mais se realizarão.
Voltaremos, talvez, com mais precisão a esta digressão
antropológica – vamos associar nosso filósofo Rousseau,
mas também Schopenhauer, Nietzsche – para didatizar os
fatos aqui linkados, mas antes, era nossa intenção comparar
este nosso ensaio àquele ser primitivo com a condição de
termos desejo (sede) mas sem a necessidade de um fim absoluto: uma sede que não necessita de água; uma sede
em si mesma, um desejo em si mesmo. Talvez tenha sido
esse o real projeto do deus artesão Demiurgo, no Timeu:
Eu quero falar da origem do mundo, eu quero falar do
Demiurgo. Esse artesão que, ao criar o mundo, se utiliza
de duas fórmulas: o MEIO ESPACIAL e as FORMAS
INTELIGÍVEIS. O meio espacial é puro caos, disforme,
a-linguístico, sem identidade, puro instante. As formas
inteligíveis são perfeitas, ordenadas, limitada, racional.
Infelizmente Platão recorre à submissão do meio espacial
frente às formas inteligíveis. Mas aqui iremos reverter essa
construção para libertar o caos das amarras da razão. Aqui,
o fantasmagórico, disforme, o esquizofrênico subirão à
superfície (corpo socializado). Não sairemos da caverna,
pois as sombras, os simulacros, se tornaram modelos, se
tornaram diferença.
 Seguiremos aqui, como já anunciamos acima, caríssimo
leitor, a filosofia de Gilles Deleuze, bem como o filósofo
e professor Claudio Ulpiano, que muito dedicou sua vida
a pensar a filosofia de Deleuze e Felix Guattari. Estes são
a minha fonte de inspiração, minha contemplação. Toda
a reflexão aqui é oriunda de um devir-negro no mundo,
de um poeta-professor-subversivo. Os textos aqui não
flertarão com identidades, mas com A-subjetividades. É
um ensaio aos moldes de uma canção; é uma Physis de
Heráclito e Demócrito e não um logos de Parmênides
e de Aristóteles. Descendo para os afetos: este ensaio
é de um negro, pobre, morador de bairro de periferia
que foi sabotando a vida, no sentido não de prejuízos, mas de interrupções de serviços. Alguém que sabotou o
destino cuja o caminho mais fácil era o de ser operário
da companhia Siderúrgica Nacional; depois, sabotei o
sonho de ser poeta e a tão sonhada faculdade de Letras.
Todos temos alguma vez de passar a nossa vida por esse
processo abortivo, por esses desconfortos, por esses
estranhamentos. No meu caso, andar na contramão foi
necessário – e por que não contingente? – para me tornar
o que na verdade nunca deixei de ser.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

Linhas do devir: Metempsicose, transmigração da alma, filosofia e projeção astral. Platão

Trecho do livro X de A República de Platão (614a)
- A verdade é que o que te vou narrar não é um conto de Alcínoo,  mas de um homem valente, Era o Armênio, Panfílio de nascimento. Tendo ele morrido em combate, andavam a recolher, ao fim de dez dias, os mortos já putrefatos, quando o retiraram em bom estado de saúde. Levararam-no para a casa para lhe dar  sepultura, e, quando, ao décimo segundo dia, estava jazente sobre a pira, tornou à vida e narrou o que vira no além. Contava ele que, depois que saíra do corpo, a sua alma fizera caminho com muitas, e haviam chegado a um lugar divino, no qual havia, na terra, duas aberturas contíguas uma à outra, e no céu, lá em cima, outras em frente a estas. No espaço entre elas, estavam sentados juízes que, depois de pronunciarem a sua sentença, mandavam os justos avançar para o caminho à direita, que subia para o céu, depois de lhes terem atado à frente a nota do seu julgamento (...) Continua

domingo, 4 de abril de 2021

Linhas do Devir: Por que Retrocognição?

 Wagner Alegretti é autor de um livro intitulado "Retrocognições: Pesquisa da memória de vivências  passadas". Livro que entra no campo da conscienciologia, da projeciologia, dos fenômenos paranormais, parapsíquicos e espirituais, porém de uma espiritualidade não doutrinária. O livro aborda, entre outras questões, a projeção da consciência para fora do corpo físico (soma) e o fato de que projetado ou não, nós podemos acessar informações energéticas, informações psicossomáticas de vidas nossas anteriores a essa atual. O livro de fato, nos daria as bases, os instrumentos extrafisicos para se atingir tal fim. O devir, seria dentro do campo filosófico, de certa forma, um tipo de corpo semioticamente sutil, um copo submetido à diferenças entre corpos, cada corpo com sua singularidade, seus afetos e sua temporalidade.

Corpo energético, sutil na espiritualidade

Corpo sutil, as forças sendo pintadas na arte:

Gabriele Donelli

RITRATTO DI FRANCIS BACON (1993)

Pois bem. Na filosofia e, mais precisamente, na filosofia contemporânea, Deleuze constrói toda sua obra dentro da linha da diferença, onde o esgotamento sistemático se encontra na sua tese de doutoramento que vai dar origem ao livro Diferença e Repetição (1968). Essa linha da diferença, na biologia, faz do corpo orgânico um simulacro, ou seja, um corpo sutil cuja causalidade se encontraria nos átomos e no vazio. Aqui (nesse caso do naturalismo especulativo e prático do atomismo, o livro de referência é Lógica do Sentido), Deleuze  se apoia na física naturalista dos atomistas como Demócrito, Epicuro e Lucrécio. Esses átomos teriam um desvio de trajetória na observação especulativa de seus movimentos, desvio este que se chama clianamen, responsável por desvirtuar a velocidade da queda dos átomos causando uma incerteza no deslocamento dos mesmos. O clianamen seria a inserção de um tempo virtual na trajetória dos átomos dando, aos compostos de átomos uma certa sutileza, onde a natureza por sua vez passa a possuir dentro dela uma ilusão. Ainda na questão clianamen-tempo, em Lógica do Sentido, Deleuze fala do devir-louco que faz coincidir o futuro e o passado: "o puro devir, o ilimitado, é a materia do simulacro na medida em que se furta a ação da Ideia [platônica]". 
Enfim, para quem acha que o corpo energético, parapsíquico possa parecer uma questão de cunho espiritual metafísico, transcendente, apenas, engana-se: Em Deleuze, o paracorpo sutil ou seja, o energossoma, é do campo ontológico e tem uma relação que perpassa a natureza e vai além das suas leis; penetra naquela ilusão, na matéria do simulacro que, como vemos tem suas causas numa disfunção dos movimentos do átomos no vazio, chamado de clianamen, responsável, lá nos atomistas, por ligar o pensável do pensamento ao tempo virtual dos átomos.
Os simulacros tem alguma ligação com paracorpo sutil energético, psicossomáticos e mentalsomatico dos projeciólogos, tal qual escreve seu fundador waldo Vieira? Sim e não.
Sim, na medida em que deixemos de lado toda dualidade de mundos quer físico quer espiritual e traçamos aqui apenas uma única dimensão, uma única superfície de acontecimentos individuais, sociais, culturais ou quânticos e espirituais. E não, simplesmente pelo fato de ainda não aceitarmos falar de espiritualidade projetiva, holossomatica sem levar em conta o preconceito de uma pseudo ciência ou sem cair numa ultrapassada discussão doutrinária religiosa.
Estamos longe de aceitarmos essa estreita interpretação teorico-prática. O que temos aproximação, são as pesquisas que tem-se feito entre a filosofia da diferença de Gilles Deleuze e as filosofias de tradição hermética. Deixarei o link abaixo para que vocês entendam de onde tiro toda essa discussão.
http://cosmoseconsciencia.blogspot.com/?m=1
https://acervoclaudioulpiano.wordpress.com/
https://iipc.org/

Informações Adicionais

UNIVERSIDADE GAMA FILHO

Filosofia - Prof. José Messias dos Santos

Plotino (205 -270)

Metafísica - Como são 4 os graus do conhecimento - sensação, razão, intelecto e êxtase - também são 4 os graus do ser: matéria, alma, "noûs" (espírito) e Uno (Deus). O Uno é o princípio supremo de todo o ser  e de todo conhecer - tudo depende dele. No entanto, transcende toda essência  e todo conhecimento, de sorte que é inteiramente indeterminado e inefável, e dele pode-se dizer apenas o que não é - teologia negativa.
O universo deriva do Uno, não por criação consciente e livre, mas por emanação inconsciente e necessária. O Uno transcende ao mundo, mas este é da sua mesma natureza. Do Uno procede todo existente, a saber:

A primeira emanação é representada pelo noûs, inteligência subsistente, intuitiva e imutável, que se conhece a si mesma e em si as coisas.
A segunda emanação é a alma; esta procede do noûs, como este procede do Uno. A alma contempla as idéias, que estão no noûs, e enforma a matéria, segundo o modelo delas. A alma universal - a alma do mundo -, por sua vez se multiplica e especifica nas várias almas individuais, que estão em escala decrescente, do céu até os homens. Como Platão, Plotino sustenta que as almas humanas saíram de uma vida pré-mundana para o cárcere corpóreo. Ele também acredita na metempsicose, isto é, que a alma transmigra de corpo em corpo. Com a alma termina o mundo inteligível, divino, e começa o mundo sensível, material.
A última emanação é a matéria, ou seja, o mundo sensível, exatamente o oposto do Uno. Se o Uno é o Ser absoluto, fonte de todas as perfeições, a matéria é o não-ser, privação da realidade, sede de todas as imperfeições. Por isso é fonte do mal, da ignorância e da morte.